Almoço no Duke’s

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Duke Kahanamoku foi um havaiano, seis vezes medalhista olímpico na natação e no pólo aquático, o pai do surf moderno e embaixador havaiano de 1912 ate 1968. Duke curtia a diversão, o romance e as memórias de Wakiki Beach. O amor dele pela vida e pelas pessoas contagiava todos que ele conhecia. Durante sua vida, Duke viajou o mundo introduzindo às pessoas o estilo de vida havaiano e o surf. Ele ensinou o surf à Malibu e passou um tempo na área de Los Angeles aonde foi salva vidas, nadador, jogador de pólo e ator de filmes de Hollywood. Ele era uma pessoa extremamente preocupada com os valores humanos e a dignidade. Como “Embaixador do Aloha” oficial do Havaí  ele personificou esse espírito com amor e hospitalidade aos amigos e estranhos.

O grupo Duke’s Restaurants procura lugares espetaculares à beira-mar para recriar essas maravilhosas experiências e memórias das águas brilhantes, praias e dias de sossego que os amigos criam. Nós temos orgulho de servir peixes e carnes frescas. Nós temos uma paixão pelo Aloha – diversão, amizade e entusiasmo. Nosso comprometimento é fazer de você um duradouro e leal cliente e amigo.

E KOMO MAI (Seja Bem Vindo)

Equipe Dukes Malibu.”

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Foi com essa mensagem que fomos recebidos para o almoço, nesse restaurante lindo à beira mar. Decidimos sentar na parte interna – mas também podíamos ter optado pelo Barefoot Bar que fica na parte de fora e tem cardápio diferenciado. O ambiente, muito bem decorado no estilo havaiano, combinava perfeitamente com os garçons vestidos com camisas floridas. Fomos atendidos por Morgan e Brian, incrivelmente atenciosos. O Morgan falava cinco línguas, inclusive português – com sotaque carioca – e nos ajudou bastante na escolha do prato explicando detalhadamente os tipos de peixe e ingredientes.

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A fachada e o interior do Duke’s Malibu.

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A vista e o cardápio: ambos valem a visita.

Eu e o Gui optamos por pedir um dos “Seasonal Fishs” – os havaianos respeitam o oceano pescando somente peixes específicos em épocas especificas e o Duke’s honra essa tradição servindo somente peixes que estão de acordo com a época e a sustentabilidade. Haviam três tipos de peixes diferentes que podiam ser preparados também de três maneiras diferentes.

Ambos escolhemos o Mahi-Mahi: Parmesan and Herb Crusted, um peixe bem comum no Havaí que aqui no Brasil é conhecido como dourado-do-mar. Os filés vieram crostados com uma farinha japonesa chamada Panko, macadâmias, manjericão, alho e queijo parmesão, acompanhados de alcaparras, batatas chips, arroz com ervas e um molho bem gostoso de limão e vinho branco.

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Mahi Mahi  Parmesan and Herb Crusted.

Foi uma refeição deliciosa e tranquila a beira mar, mas uma das mais caras da viagem. Gastamos cerca de $75.

Existem mais quatro filiais do Duke’s no mundo, três delas no Havaí e uma em Huntington Beach.

Mais informações: http://www.dukesmalibu.com/

21150 PACIFIC COAST HIGHWAY | MALIBU , CA | 90265

No próximo post: Venice Beach, a parte mais louca de LA.

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Malibu, o clássico de Los Angeles

Não tem como falar sobre praia em Los Angeles e não pensar em Malibu. O lugar tem fama!

Foi cenário de várias séries de Tv bem populares como Two and a Half Men e Bay Watch – conhecido no Brasil como SOS Malibu.

SOS Malibu

É lar de muitos famosos – Jennifer Aniston, Halle Barry, Julia Roberts, Leonardo di Caprio e Will Smith estão entre as celebridades que escolharam a praia para morar.

Casas dos famosos em Malibu: Halle Berry, Julia Roberts, Leonardo di Caprio e Will Smith.

Casas dos famosos em Malibu: Halle Berry, Julia Roberts, Leonardo di Caprio e Will Smith.

E ainda  foi um dos berços do surf na Califórnia.

O inicio do surf em Malibu.

O inicio do surf em Malibu.

Toda essa fama faz a gente esperar muito e, pelo menos para o turista, Malibu não é tudo isso não.

O municipio tem uma grande área costeira.

Existem várias praias ao longo do município e nós escolhemos visitar a Surfrider Beach próxima a Malibu Lagoon. O acesso é fácil, feito através da estrada e nós paramos o carro no estacionamento público.

 Vista de cima da lagoa e do pier:

A entrada do estacionamento que  leva a praia:

Boa parte da área das praias de Malibu é privada, ou seja, você não consegue circular livremente pelas faixas de areia e apreciar as mansões a beira mar.Na Surfrider Beach sobra um cantinho de praia, aonde rolam as ondas e muitos surfistas se acotovelam para conseguir deslizar sobre o mar.

Clássicos das areias californianas.

Clássicos das areias californianas.

Falando em surf, o mar é bom mesmo para os Longboards e pra variar, estava bem pequeno no dia que fomos. O que conseguimos ver mesmo foram muitas crianças e iniciantes na água.

As ondas não apareceram.

As ondas não apareceram.

Fotos: Surfline

Mas quando aparecem fazem a alegria dos longboards. Fotos: Surfline

O que sobra de bacana em Malibu são os restaurantes e é sobre o nosso almoço que vou falar no próximo post.

O paraíso T.J. Maxx

tj maxxHá quem ame, mas também há quem odeie.

Para mim a T.J. Maxx é um paraíso.

Se você curte caça ao tesouro, provavelmente também vai gostar. Por que é isso o que parece a visita a loja. São araras e mais araras de peças de roupas de marcas como Nike, Adidas, Puma, Tommy, Michael Kors, DKNY e outras nem tão conhecidas assim. Têm também bolsas, mochilas, sapatos, acessórios e utensílios para casa. É uma bagunça grande e você vai precisar de paciência – apesar da loja ser a mais organizada do gênero, que também inclui a Ross e a Marshalls. Mas eu afirmo: vale a pena, pois você vai encontar os melhores preços possíveis, melhores até do que os dos Outlets.  Eu troco qualquer ida a um Outlet por uma peregrinação pelas três lojas.

 

Foi nesse paraíso – ou inferno, quem sabe? – que finalizamos nosso dia em Santa Mônica. Descobrimos a loja por caso, ao voltar a pé pra casa. Estavamos cansados pra caramba, mas não teve como só dar uma olhadinha. A cada nova descoberta ficávamos mais empolgados para achar a próxima. Ficamos mais de duas horas garimpando e saímos expulsos da loja por volta das dez da noite.  Meu item preferido foi um Relógio DKNY, que saiu por $100, mas na minha sacola tinha frigideira, toalhas de banho, perfumes e cremes, além de várias peças de roupa, mochilas e bolsas.

A loja de Santa Mônica fica na esquina da 4th com a Arizona Ave.

Não tirei fotos, mas se você quiser saber mais ou menos o que vai encontrar esse post do Falando de Viagem tem fotos bem bacanas.

Existem filiais da loja por todo os Estados Unidos, portanto, independente do seu destino prepare o cartão de crédito, a paciência e sua habilidade de caçador!!rs

Se você já foi lá conta pra gente: qual foi seu melhor achado??

Mais informações: T. J. Maxx – http://www.tjmaxx.com/

No próximo post: Malibu, o clássico de Los Angeles

Jantar na 3th Street Promenade – Wolfgang Puck Express

Opções para jantar é que não faltam na área mais agitada de Santa Mônica, em Los Angeles. O quadrilátero 20th St, Ocean, Montana e Colorado Ave posui mais de 150 restaurantes que vão da alta cozinha ao junk food.

Mapa

Diante de tanta opção fica difícil escolher. O nosso anfitião George – post da casa dele aqui – nos deu algumas dicas. Como local, ele conhece bem a região, portanto são informações bem bacanas.

O Sushi King fica na Wilshire Blv quase esquina com a 14th e segundo ele serve um ótimo sushi com um preço moderado. Veja mais opniões sobre o lugar aqui e o menu aqui.

sushi King

Para quem quiser só um lanchinho ou para o café da manhã ele indica a Huckleberry Bakery , que também fica na Wilshire Blv, mas mais próximo do mar. Ele descreveu o lugar com “excelente, mas caro”. O menu pode ser explorado aqui  e eu  – e mais um monte de gente que deixou seus relatos aqui  – achei bem bacana e não tão caro.

huckleberry

Já para quem gosta de italiano a dica foi o Locanda Del Lago, na Arizona com a 3th St. O restaurante não é dos mais baratos – veja o menu aqui – mas os pratos acompanhados de um bom vinho vão garantir uma noite bacana.

Locanda

Ele ainda recomendou o The Misfit – saiba mais aqui – uma mistura de bar e restaurante, bom para um happy hour.

Apesar de todas as dicas do George, nós optamos por jantar no Wolfgang Puck Express. Para quem não conhece, o chefe austríaco foi premiado diversas veszes pelo aclamado guia Michelin e obteve fama mundial depois de participar de diferentes reality shows culinários.

Cansados depois de um dia longo não tínhamos mais muita força para ficar andando atrás de um bom restaurante. Além disso, eu estava bem curiosa para conhecer o conceito que une o chefe premiado ao fast food, aonde seus pratos mais populares são tranformados em versões mais casuais e rápidas a preços acessíveis.

O extenso menu  inclui pizzas gourmet, uma grande variedade de massas, sopas, saladas frescas – incluindo a famosa Chinois Chiken Salad – e outras especialidades do chef como o Roasted Salmon e o Rosemary Rotisserie Chicken com purê de batatas e alho.

Nós optamos pelo Bacon Wraped Meatloaf, bolo de carne enrolado no bacon acompanhado de purê de batatas, molho de vinho do porto e fatias de cebola crocantes. Pedimos um refrigerante cada e gastamos cerca de $30.

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Estava realmente super gostoso, a carne macia e bem temperada, as cebolas crocantes e o molho de vinho do porto dando um toque especial ao purê. O ambiente é simples e bem similar a qualquer outra loja de fast food, mas não estávamos procurando nada especial. O lugar atendeu muito bem as nossas expectativas.

Mais informações: Wolfgang Puck Express – 1315 Third St. 2nd Level

http://www.wolfgangpuck.com/restaurants/casual-dining/wolfgang-puck-express/8045/section-overview

No próximo post: O paraíso TJ Maxx

* Algumas das fotos desse post não são de autoria do blog.  Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

Santa Monica Downtown

Saindo do pier fomos em direção a Downtown, mais especificamente a 3th Street Promenade, uma das ruas mais famosas e badaladas de SM.  A região funciona como um shopping a céu aberto e tem muitas lojas legais – Apple, Banana Republic, H&M, Forever 21, Abercrombie and Fitch, Gap, Urban Outfitters, Diesel, Guess, Adidas e Sephora só para citar algumas –  além de vários restaurantes, cinemas e um shopping – o Santa Monica Place. Dá pra fazer compras, comer, tomar um sorvete ou café, ou simplesmente passear.

Mapa com as lojas do site Santa Monica Downtown.

Mapa com as lojas do site Downtown Santa Monica. Vale a pena imprimir e marcar as suas lojas preferidas.

Cinema na 3th St Promenade.

Cinema na 3th St Promenade.

Outra coisa bacana é que é sempre fácil encontar artistas se apresentando por ali. Se você procurar no youtube vai achar vários vídeos mostrando a diversidade das apresentações que  vão do break a música clássica. No dia que passamos por lá a dupla  Phil and Lizzy cantava sucessos da música pop. Foi bem legal.

Phill and Lizzy: muito fofos.

Phil and Lizzy: muito fofos.

Esse é o vídeo que fizemos. Não deu pra filmar tudo pq a bateria acabou:

E esse é um dos vídeos da dupla disponíveis no You tube:

A essas alturas já estávamos com fome e nosso jantar no Wolfgang Puck Express é o que vou contar no próximo post.

Mais informações: Downtown Santa Monica

http://www.downtownsm.com/

Uma imagem vale mais do que 1000 palavras – Galeria de fotos do Pier de Santa Monica

Já que não consegui expressar com palavras meus sentimentos pelo píer de Santa Monica, vou tentar com imagens.

Fiz uma compilação das mais lindas fotos do lugar que encontrei pela internet.

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* As fotos desse post não são de autoria do blog. Se você detém os direitos de alguma das imagens e quiser que a mesma seja retirada ou creditada, por favor contate-nos.

Los Angeles – Dia 1: O Píer de Santa Monica

Esse foi um post difícil de sair, foi escrito e reescrito diversas vezes até que eu me desse por “quase” satifeita. Tudo isso porque a idéia que quero passar pra vocês  com relação ao famoso Pier de Santa Monica vai além do básico “o que, quando, quanto e onde”.

Não fomos a nenhuma das atrações, não jantamos por ali, não assistimos a um show… nada. A nossa visita durou por volta de meia hora e se limitou a uma caminhada entre o começo do píer nas areias da praia até o final dele com o Oceano Pacifico e o horizonte a nossa frente.

O que torna então essa visita tão especial e imprescindível na sua viagem pra California?

Se você já tiver sido atingido pelo espírito ‘California Dream’ vai entender melhor o que eu estou falando.  O píer é a imagem do sonho Californiano. Juntamente com a Golden Gate e o Hollywood Sign representam a California no imaginário de muitas pessoas – inclusive no meu. O barato está em simplesmente ‘fazer parte do cenário’.

Tudo bem que o bando de pessoas ao redor – na grande maioria turistas – destrói um pouco essa poética. Mas o que mais se esperar de um cidade como Los Angeles?

Apesar de quebrar um pouco o clima isso não tirou a magia de estar vivendo meu sonho califoniano. O vento forte, as gaivotas, a praia, a roda gigante e até toda aquela gente diferente passando pra lá e pra cá formam a minha imagem perfeita da California. E há melhor sensação do que ver um sonho concretizado?

A entrada ao norte do pier pela praia.

A entrada ao norte do pier pela praia.

A vista lá de cima é essa.

A vista lá de cima é essa.

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Quanto mais pra dentro do mar, melhor a visão que se tem da praia.

O famoso Pacific Park.

O famoso Pacific Park.

Agora vamos as informações práticas:

O píer foi inaugurado em 1909 e sua primeira função foi camuflar um duto de esgoto. Com o tempo ele foi sendo ampliado e várias atrações foram sendo inauguradas – entre elas o parque, restaurantes e um enorme salão de baile. Hoje em dia o parque continua sendo a principal delas, mas há ainda um aquário, uma escola de trapézio, restaurantes e um Carrossel dos anos 20 que resistiu ao tempo e as épocas mais decadentes.

O carrosel da decada de 20 estava fechado no fim da tarde. A foto de baixo é de Lance Vaughn.

O carrosel da decada de 20 estava fechado no fim da tarde. A foto de baixo é de Lance Vaughn.

O píer é também o ponto final da famosa Rota 66, que atravessa o país, partindo de Chicago.

O fim da Rota 66.

O fim da Rota 66.

Uma das opções que acho mais bacanas para se fazer aqui é alugar uma bike e dar uma volta pela região, pegando a ciclovia e seguindo até Venice Beach – como a Alexandra, do blog Café Viagem, fez e relata nesse post.

Se arrependimento matasse eu também já estaria morta por não ter dado uma volta na roda gigante e mais ainda de não ter ido em baixo do píer tirar aquela clássica foto entre os pilares. Às vezes, quando estamos viajndo ficamos tão ansiosos esperando ver coisas extraordinárias que esquecemos que a graça está nas pequenas coisas e a pressa nos faz pular etapas. 😦

O píer fica na intersecção da Colorado Ave com a Ocean Ave e também pode ser acessado pela praia.

O site acabou de ser reformulado e  ficou lindo. Lá você encontra todas as informações e estabelecimentos. Vale a pena acessar a aba ‘History’ e acompanhar a historia do píer na linha do tempo.

Santa Monica Pier: http://santamonicapier.org/

200 Santa Monica Pier, Santa Monica CA 90401

Estacionamento no nível do píer e também próximo a praia

 

No próximo post: Uma imagem vale mais do que 1000 palavras – Galeria de fotos do Pier de Santa Monica

Los Angeles – Dia 1: Santa Monica, Palisades Park

Nos instalamos na casa do George e saímos para conhecer Santa Mônica. Eu fui a pé e o Gui de skate – é muito bom andar de skate na rua, tudo lisinho, sem buracos e cheio de guias rebaixadas.

Depois de descer os 14 quarteirões entre 14th St e a Ocean Ave chegamos ao Palisades Park.

O parque é na verdade a área de alguns quarteiões que fica entre a avenida e os cliffs acima da praia.

Além de pista de corrida, mesas de picnic, banheiros, gramados e palmeiras lindas, o lugar tem uma vista linda da praia e do pier. Muito recomendado para assistir o pôr ou o nascer do sol!

Vista da praia

Vista da praia

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A Pacific Coast Hwy lá em baixo.

Apreciando a vista.

Apreciando a vista.

Descanso em um dos banquinhos.

Descanso em um dos banquinhos.

A vista do pier.

Um zoom no pier.

Continuamos caminhando, descemos até a praia e fomos em direção ao pier. E é sobre ele que vamos falar no próximo post.

Mais informações: http://www.santamonica.com/visitors/what-to-do/attractions/parks/

Ocean Ave. (from Colorado Ave. to San Vicente Blvd.)
310-458-8644

Nossa CASA em Sta Monica – LA

A gente já contou aqui no blog que em alguns dos nossos destinos tomamos uma decisão bem bacana: nos hospedamos em casas ao invés de hotéis. As reservas e contatos foram feitos através do site Air BNB e no post sobre a nossa primeira experiência em Santa Cruz, a gente explica direitinho como fizemos.

O segundo lugar em que optamos por esse tipo de hospedagem foi em Santa Mônica. Decidimos ficar nessa parte de Los Angeles para conhecer melhor a área próxima ao mar: Venice Beach, Santa Mônica e Malibu. Antes de fazermos a reserva pesquisamos bastante as opções de hospedagem nos três lugares e o lugar com melhor custo beneficio que achamos foi esse. Mas tanto Venice, como Malibu, também tem boas opções.

Vou dividir em tópicos as nossas impressões sobre o lugar que nos hospedamos.

– Localização: A casa do George, nosso anfitrião, fica na 14th St no bairro Santa Mônica em Los Angeles. Santa Mônica fica entre Malibu e Venice, ao sul de Hollywood e Bervely Hills. Segundo o George mesmo de ônibus dá pra conhecer a cidade toda facilmente partindo dali, incluse os estúdios da Universal e da Warner.

 

O nosso objetivo era conhecer os lugares mais próximos dali, e de carro, chegávamos até Venice ou Malibu em cerca de cinco minutos. Até o píer de Santa Mônica e o Palisades Park fomos a pé e apesar dos 14 quarteirões cansarem um pouco, valeu a pena, por que não é fácil estacionar na região. Há várias opções de restaurantes, farmácias e supermercados bem pertinho da casa.

 

Da casa até o Píer: 14 quartéirões e quase meia hora de caminhada.

– A Casa: nosso quarto e o banheiro privativo eram confortáveis. O espaço foi sufiente para nossas malas e uma pequena varanda abrigou as pranchas. As toalhas e os lençóis estavam limpos. Além dessa área, George nos permitiu também usar a sala – com Tv e um sofá confortável – e a cozinha – com geladeira, fogão, forno elétrico e uma mesa de jantar.

A sala.

A sala.

A Tv da sala.

A Tv da sala.

A cozinha.

A cozinha.

 

O quarto.

O quarto.

O banheiro.

O banheiro.

– Privacidade: a casa era na verdade o escritório do George. Ele ficava a maior parte do tempo dentro de um dos quartos e por volta das cinco da tarde ia embora pra só voltar no dia seguinte por volta das oito.

– Estacionamento: O estacionamento nas ruas da região só é permitido para moradores. O George nos deu um cartão com a permissão para ser pendurado no para brisa e na maioria dos dias não tivemos problemas pra estacionar.

– O Anfitrião: sempre muito prestativo George esperou a gente chegar pra nos entregar a chave e o cartão do estacionamento. Junto nos deu algumas informações impresas referentes aos restaurantes e comércio próximo, linhas de ônibus e horários. Ele se mostrou também bem interessado no Brasil e conversou bastante com a gente.

– Valor: Pelos dois dias de hospedagem, pagamos $157, com as taxas.

Adoramos ficar na casa do George e super recomendamos. Um casal de amigos aqui do Brasil também se hospedeu lá um seis meses depois e adorou.

Esse é o link da casa: https://www.airbnb.com.br/rooms/24231

No próximo post: Palisades Park